Guia · 6 min de leitura
Publicado em 8 de agosto de 2026
A numeração parece detalhe até você herdar um cadastro em que o código tem o setor embutido — e o setor mudou.
A plaqueta é o nome do bem. Todo o resto — inventário, movimentação, termo, relatório — depende dela funcionar. E ela falha por três motivos: numeração mal desenhada, material errado ou lugar ruim de colagem.
O padrão que envelhece bem é o sequencial puro: PAT-0001, PAT-0002, PAT-0003. Prefixo curto, zeros à esquerda para ordenar direito, e nada além disso.
A tentação é codificar informação no número: TI-SP-2024-015 parece organizado. O
problema aparece quando o notebook sai de TI para o Financeiro, ou de SP para a filial: agora o
código mente, e a alternativa (renumerar) destrói o histórico. Informação que muda pertence
ao cadastro, não ao código.
Regra de ouro: um número nunca é reutilizado. Bem baixado leva o número consigo para sempre — inclusive porque ele aparece em documentos já assinados.
Quantos dígitos? Estime o total em 10 anos e some um dígito. Quem tem 300 bens hoje usa 4 dígitos tranquilo. Trocar a largura depois é possível, mas gera aquela lista feia com PAT-99 e PAT-0099 convivendo.
| Ambiente | Etiqueta recomendada | Observação |
|---|---|---|
| Escritório, sala de aula, consultório | papel couché adesivo laminado | a mais barata; dura anos em ambiente interno |
| Obra, oficina, área externa | poliéster (BOPP) ou vinil | resiste a poeira, sol e limpeza pesada |
| Equipamento que aquece ou vibra | poliéster com adesivo acrílico permanente | adesivo comum descola com calor |
| Bem de alto valor / risco de furto | etiqueta destrutiva (VOID) | fragmenta ao ser removida — a tentativa fica visível |
| Ambiente com produto químico | poliéster + laminação | tinta sem laminação apaga |
Impressão: laser comum resolve em ambiente interno. Térmica direta não — o código desaparece com calor e sol em poucos meses. Se for térmica, tem que ser transferência térmica com ribbon resina.
Se você não quiser montar essa estrutura, nós imprimimos: etiquetas prontas em plástico, por transferência térmica com ribbon de resina, já numeradas com os códigos da sua conta no QLPatrium e enviadas para o seu endereço.
Número legível todo mundo consegue digitar — e digitar errado. O QR Code na mesma etiqueta elimina isso: a câmera lê e abre a ficha completa do bem, com foto, valor, local e responsável.
Três vantagens práticas:
Mantenha o número impresso junto: quando a etiqueta rasga, o humano ainda lê.
Etiqueta descolada é normal — em obra, é rotina. O que não pode é a reposição gerar número novo. Reimprima a mesma plaqueta, o código do bem é vitalício. No QLPatrium, você seleciona os bens e a folha de etiquetas sai pronta em A4, com QR e número, quantas vezes precisar.
Como numerar as plaquetas de patrimônio?
Sequencial puro, com prefixo curto e zeros à esquerda: PAT-0001, PAT-0002. Não codifique setor ou ano no número — quando o bem muda de setor o código passa a mentir, e renumerar destrói o histórico. Informação que muda pertence ao cadastro, não ao código.
Posso reaproveitar o número de um bem baixado?
Nunca. O número acompanha o bem para sempre, inclusive porque aparece em documentos já assinados. Reutilizar cria dois bens com a mesma identidade no histórico.
Que tipo de etiqueta de patrimônio usar?
Pelo ambiente. Escritório, sala de aula e consultório: papel couché adesivo laminado. Obra, oficina e área externa: poliéster (BOPP) ou vinil. Equipamento que aquece ou vibra: poliéster com adesivo acrílico permanente. Bem de alto valor: etiqueta destrutiva (VOID), que fragmenta ao ser removida.
Onde colar a plaqueta de patrimônio?
Em superfície plana, limpa e não removível — nunca na tampa que sai, na gaveta ou no cabo. Visível sem mover o bem, sempre no mesmo lugar por tipo de bem, e longe da área onde a mão passa todo dia.
O QLPatrium cadastra, etiqueta com QR Code, inventaria pelo celular e calcula a depreciação sozinho. Teste 30 dias, sem cartão.
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